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Sistema Operacional para a Cidade

Infraestrutura que conecta dados urbanos em tempo real para operação, planejamento, transparência institucional e tomada de decisão.

  • Ingestão multi-fonte (IoT, câmeras, serviços urbanos)
  • Visão operacional única da cidade, em tempo real
  • Decisão pública com rastreabilidade: quem fez o quê, quando e por quê

CityOS como núcleo de dados

A cidade precisa de um núcleo.

Hoje, ela opera em silos.

Sem um núcleo de dados, cada secretaria enxerga apenas uma parte da cidade. Com o CityOS, todos operam sobre o mesmo contexto urbano, em tempo real.

Conectores

Integram fontes heterogêneas, com contratos de dados estáveis.

Edge Nodes

Processam dados localmente para reduzir latência e manter resiliência em eventos críticos.

Data Fusion Engine

Organiza dados por entidades, eventos e território para criar uma visão operacional única.

Governança

Define quem pode ver, usar e auditar cada dado com rastreabilidade completa.

APIs Unificadas

Distribuem dados padronizados para secretarias, aplicações e serviços.

Apps

Usados por operadores, gestores públicos e, quando aplicável, pelo cidadão.

O produto em 3 atos

Conhecer. Pensar. Compartilhar.

I

Arandu

Conhecer a cidade como ela é.

Coleta e consolida dados urbanos em tempo real, organizados por:

  • eventos
  • ativos
  • território

Arandu cria a base factual da operação urbana.

II

Akangatu

Pensar antes de agir.

Usa dados consolidados para:

  • simular cenários
  • prever impactos
  • otimizar decisões

Akangatu transforma dados em capacidade de planejamento e resposta.

III

Iandé

Compartilhar contexto.

Traduz dados e decisões em:

  • camadas públicas
  • linguagem operacional clara
  • transparência institucional

Iandé aproxima a gestão pública do cidadão.

Casos e inspiração internacional

Referências de práticas públicas de dados e infraestrutura digital urbana.

  • Estônia: X-Road como referência de interoperabilidade e soberania digital estatal.
  • Barcelona: Sentilo e abordagem de plataforma para dados urbanos em múltiplos serviços.
  • China: centros urbanos com integração massiva de sensores, tráfego e resposta em tempo real.
  • Singapura e Japão: disciplina operacional em planejamento urbano orientado por dados.